2018: jan . fev . abr . mai

2017: jan . mar . abr . jun . ago . set . nov . dez

2016: jan . fev . mar . abr . jun . jul . out . nov . dez

2015: jan . fev . mar . abr . mai . jun . jul . ago . set . out . nov . dez

2014: jan . fev . mar . abr . mai . jun . jul . ago . set . out . dez

2013: jan . fev . mar . abr . mai . jun . jul . ago . set . out . nov . dez

2012: jan . fev . mar . abr . mai . jun . jul . ago . set . out . nov . dez

2011: jan . fev . mar . abr . mai . ago . set . out . nov . dez

2010: jan . fev . mar . abr . mai . jun . jul . ago . set . out . nov . dez

2009: jan . fev . mar . abr . mai . jun . jul . ago . set . out . nov . dez

2008: jan . fev . mar . abr . mai . jun . jul . ago . set . out . nov . dez

2007: jan . fev . mar . abr . mai . jun . jul . ago . set . out . nov . dez

2006: fev . mar . abr . mai . jun . jul . ago . set . out . nov . dez






The best

Meu escritor predileto é Philip Roth. Judeu americano, autor de clássicos contemporâneos, como Pastoral americana, O teatro de Sabbath, Patrimônio, Casei com um comunista e Complô contra a América, entre tantos e tantos outros (tudo dele é soberbo), ele tem a capacidade de ser fluente (até loquaz) e profundo, sem perder a ironia, a acidez. Bom, chega de elogios. Qual não foi minha surpresa (e alegria) ao receber o lançamento de mais uma obra sua em português, O animal agonizante, de 2001, uma novela curta em que estão de volta algumas de suas obsessões, como o amor, o sexo, a velhice e o câncer. No livro, Roth traz reedita um personagem seu de O seio e O professor do desejo, David Kepesh, agora velho e apaixonado por uma belíssima jovem, que o deixa obcecado, doente de amor, e ao mesmo tempo confrontado com o tempo e a morte. Sensacional. Ele é bom demais.
Beijos, amigos!

Clara Arreguy, segunda-feira, junho 19, 2006.

______________________________________________________