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Prometeu, cumpre


Ridley Scott não prometeu, mas e cumpre: seu Prometheus agrada tanto aos fãs de ficção científica quanto aos de suspense e de terror light. Seus aliens são assustadores o quanto podem, seus heróis têm carisma e o filme se realiza como entretenimento de qualidade.

Esperava uma aventura que anteciparia a série Alien, o oitavo passageiro, dele mesmo, mas na verdade esta é outra "franquia", que só antecede cronologicamente as desventuras da Tenente Ripley.

Agora, além de "explicar" o surgimento dos aliens no nosso caminho, o filme procura simplesmente uma explicação para a criação do homem. Com toques místicos e questionamentos filosóficos, visita a eterna dúvida sobre a origem da vida e encontra, num planeta de uma galáxia distante, mais dúvidas ainda.

Afinal, a nave Prometheus descobre que os deuses astronautas que nos visitaram 2 mil anos atrás tinham DNA humano, um sobrevivente parte pra cima, eles estocaram aliens suficientes pra dizimar uma galáxia, e continuamos sem nada saber...

O filme é sensacional, tem ritmo, efeitos e interpretações convincentes (como a de Michael Fassbender, na foto de divulgação). Um bom parente de seus antepassados.

Beijocas!

Clara Arreguy, quarta-feira, junho 20, 2012. 0 comentário(s).

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Viagem no tempo



Mesmo com preconceito, achando que seria mais do mesmo, fui ver MIB 3 e me diverti até. Porque o argumento da viagem no tempo é imbatível para quem curte ficção científica. Então, a volta dos caçadores de ETs ao ano de 1969, com a primeira viagem do homem à Lua e todo o ambiente cultural (ou contracultural) da época, tem graça e encanto.

Fora isso, tem todo o carisma dos protagonistas, Will Smith e Tommy Lee Jones (foto divulgação), com o plus de Emma Thompson e Josh Brolin, em interpretações que valorizam a sequência, a ponto de não deixá-la cair na mesmice. E tem a música, os efeitos, as piadas com a tecnologia, o momento emoção, tudo...

Uma boa sessão da tarde, com pipoca e risadas.

Bjs!

Clara Arreguy, quarta-feira, junho 20, 2012. 0 comentário(s).

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Haja emoção!


Um autor de tirar o fôlego em todos os seus livros é Ivan Sant’Anna. Seu novo lançamento, “Perda Total” (Objetiva, R$ 40), conta a história dos acidentes aéreos mais recentes e mais graves do Brasil, dos voos TAM 402 e 3054 e Gol 1907.

O primeiro caiu num bairro próximo ao aeroporto de Congonhas, em São Paulo, poucos segundos após decolar, matando 99 pessoas, entre passageiros, tripulantes e pessoas em terra. O segundo, o mais grave da história, matou 199, também entre embarcados e no chão, quando a aeronave não conseguiu frear na pista de Congonhas, atravessou a avenida e se chocou no prédio de cargas da TAM. O terceiro foi a colisão entre o Legacy e o Gol que fazia a linha Manaus-Brasília.

Ivan Sant’Anna é um escritor especialista em investigações de acidentes aéreos. Seu maior sucesso, o best-seller “Caixa Preta”, também contava a história de três desastres famosos, inclusive o do avião da Varig que caiu perto de Orly, na França, matando a atriz Leila Diniz, junto a centenas de pessoas, e o daquele que se perdeu sobre a floresta amazônica quando o piloto se distraiu ouvindo o jogo da Seleção Brasileira.

Depois de atuar no mercado financeiro por mais de 30 anos, Ivan Sant’Anna se aposentou e passou a se dedicar aos livros. Faz pesquisas aprofundadas, levanta as condições técnicas, a vida das pessoas, refaz os passos de vítimas e de outros envolvidos. Além de “Caixa Preta” e “Perda Total”, escreveu também “Plano de Voo”, sobre os ataques ao World Trade Center, e romances nos quais investiga situações reais para compor sua ficção.

Em seus livros, combinando a linguagem ágil da reportagem com as emoções do romance, o escritor compõe verdadeiros roteiros cinematográficos e prende o leitor da primeira à última linha, deixando respirações em suspenso. Mas é preciso ter coração forte.

Coluna publicada na intranet do MDS

Clara Arreguy, domingo, junho 17, 2012. 0 comentário(s).

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