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Ficção meio juvenil


Em ritmo de HQ e tom meio juvenil, o longa "Oblivion", de Joseph Kosinski, com Tom Cruise,  mistura tantas referências que parece até brincadeira de adivinhar de onde tirou tal ou qual ideia. O fã de cada filme do gênero vai encontrar um pouco de seu preferido...

A trama é meio boboca, mas, para quem gosta de ficção científica, há alguns atrativos, como a visão da Terra em 2077 devastada por guerra, destruição da Lua, tsunamis, radiação.

Os efeitos são o mais interessante do filme, principalmente a Lua despedaçada, as estações orbitais onde Tom Cruise tem sua base, os aparatos para sugar a água da Terra, os voos entre paredões de prédios soterrados numa Nova York que não há mais.

Quanto ao enredo, falta um mínimo de profundidade. O oblívio que dá nome ao filme é o esquecimento provocado pelo apagamento da memória feito nos clones para que o passado não traga riscos à operação. Mas o amor fala mais forte que o oblívio, pondo tudo a perder.

A presença sempre marcante de Morgan Freeman soa estranha, mesmo ele no papel de um velho - se em 2017 ele já era oficial, como permanecer em ação, e haja ação!, 60 anos depois?

Assim, com incongruências e desperdícios, como o cão que aparece no início e não tem função nenhuma, o filme passa sem arroubos, a não ser para fanáticos por ficções futuristas cheias de efeitos. Mas esses definitivamente estão mais pra videogame do que pra filosofia.

Beijus!

Clara Arreguy, terça-feira, abril 16, 2013. 0 comentário(s).

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A flor do cerrado


Um belo trabalho o livro "A flor do cerrado", de Silvestre Gorgulho, sobre a Torre de TV Digital de Brasília. O livro conta o processo de criação e construção do novo marco da cidade, uma torre erguida para abrigar conjuntamente as antenas de TV digital de todas as emissoras da capital federal. Obra magnífica de Oscar Niemeyer, com a marca do gênio maior da arquitetura.

Silvestre Gorgulho foi o secretário de Cultura do GDF que conduziu as negociações com Niemeyer, com o governo, com as empresas de comunicação e com a população da cidade para a chegada da nova atração turística que já movimenta Brasília desde sua inauguração.

A torre é um belíssimo monumento, a ser visitado e a ser contemplado à distância, pela imponência e, à noite, pela beleza de seu desenho de luz, criado para que ela aconteça de qualquer ponto do DF. Afinal, a "flor do cerrado" se localiza no ponto mais alto da capital, na região do Colorado.

O livro, belíssimo, contém histórias, textos analíticos, técnicos, jornalísticos, ao lado da poesia do autor e das fotografias impressionantes que registram o passo a passo do monumento. Uma peça que quem folheia não quer parar de ler e ver.

Ao Silvestre Gorgulho, os parabéns e a gratidão de todo brasiliense nato ou adotivo.

Beijus!

Clara Arreguy, segunda-feira, abril 08, 2013. 2 comentário(s).

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