Foram me chamar, eu estou aqui, o que é que há

Pensei que tivesse ficado dois meses fora do blog e acabo de ver que fiquei quatro. Se alguém sentiu falta, esse alguém fui eu. Motivos não faltaram: lançamento de livro, férias, viagem, cansaço. Agora estou de volta, e com uma pilha de livros e filmes pra comentar com vocês.

Uma palinha para terem uma ideia: Laurentino Gomes, Maria José Silveira, Ian Rankin, Alex Rodrigues, Regina Santos, João Paulo Cunha, Edney Silvestre...

Pela ordem, vou falar primeiro da leitura dos dois livros históricos do jornalista Laurentino Gomes, o 1808 e o 1822 (Nova Fronteira). Embora não sejam lançamentos nem novos, acho legal comentar como os trabalhos jornalísticos têm cumprido importante papel na popularização da nossa história.

Da minha parte, tive muitas lacunas no meu tempo de estudo e só depois de adulta - e põe adulto nisso - tomei gosto por conhecer mais a fundo a História do Brasil e mesmo de outros lugares e tempos. Hoje adoro. Mas livros de estudo, propriamente, ainda assustam, então os tópicos que recebem o tratamento mais ligeiro de jornalistas acabam dando ao leitor acesso mais fácil a assuntos que nem sempre ele domina.

No caso dos dois livros de Laurentino, ele consegue abrir portas para que o leitor comum entenda com maior clareza as raízes históricas do nosso país, da nossa classe dominante, que faz a política tal como a conhecemos, da elite política e econômica que vem perpetuando a configuração de um Brasil em que, por mais que pasmemos, a escravidão, por exemplo, se eterniza na banalização da exploração do trabalho doméstico...

Aos poucos vou me atualizando. Beijos! Voltei!

Clara Arreguy, quinta-feira, agosto 04, 2011.

______________________________________________________

Comments:
Gostei muito de ler a História do Brasil narrada pelo Laurentino.
De maneira atraente ele falou de fatos que não aparecem na História oficial.
Terezinha
 
Gostei muito de ler a História do Brasil narrada pelo Laurentino.
De maneira atraente ele falou de fatos que não aparecem na História oficial.
Terezinha
 
Postar um comentário

arquivos:
fev/06 . mar/06 . abr/06 . mai/06 . jun/06 . jul/06 . ago/06 . set/06 . out/06 . nov/06 . dez/06 . jan/07 . fev/07 . mar/07 . abr/07 . mai/07 . jun/07 . jul/07 . ago/07 . set/07 . out/07 . nov/07 . dez/07 . jan/08 . fev/08 . mar/08 . abr/08 . mai/08 . jun/08 . jul/08 . ago/08 . set/08 . out/08 . nov/08 . dez/08 . jan/09 . fev/09 . mar/09 . abr/09 . mai/09 . jun/09 . jul/09 . ago/09 . set/09 . out/09 . nov/09 . dez/09 . jan/10 . fev/10 . mar/10 . abr/10 . mai/10 . jun/10 . jul/10 . ago/10 . set/10 . out/10 . nov/10 . dez/10 . jan/11 . fev/11 . mar/11 . abr/11 . mai/11 . ago/11 . set/11 . out/11 . nov/11 . dez/11 . jan/12 . fev/12 . mar/12 . abr/12 . mai/12 . jun/12 . jul/12 . ago/12 . set/12 . out/12 . nov/12 . dez/12 . jan/13 . fev/13 . mar/13 . abr/13 . mai/13 . jun/13 . jul/13 . ago/13 . set/13 . out/13 . nov/13 . dez/13 . jan/14 . fev/14 . mar/14 . abr/14 . mai/14 . jun/14 . jul/14 . ago/14 . set/14 . out/14 . dez/14 . jan/15 . fev/15 . mar/15 . abr/15 . mai/15 . jun/15 . jul/15 . ago/15 . set/15 . out/15 . nov/15 . dez/15 . jan/16 . fev/16 . mar/16 . abr/16 . jun/16 . jul/16 . out/16 . nov/16 . dez/16 . jan/17 . mar/17