2018: jan . fev . abr . mai

2017: jan . mar . abr . jun . ago . set . nov . dez

2016: jan . fev . mar . abr . jun . jul . out . nov . dez

2015: jan . fev . mar . abr . mai . jun . jul . ago . set . out . nov . dez

2014: jan . fev . mar . abr . mai . jun . jul . ago . set . out . dez

2013: jan . fev . mar . abr . mai . jun . jul . ago . set . out . nov . dez

2012: jan . fev . mar . abr . mai . jun . jul . ago . set . out . nov . dez

2011: jan . fev . mar . abr . mai . ago . set . out . nov . dez

2010: jan . fev . mar . abr . mai . jun . jul . ago . set . out . nov . dez

2009: jan . fev . mar . abr . mai . jun . jul . ago . set . out . nov . dez

2008: jan . fev . mar . abr . mai . jun . jul . ago . set . out . nov . dez

2007: jan . fev . mar . abr . mai . jun . jul . ago . set . out . nov . dez

2006: fev . mar . abr . mai . jun . jul . ago . set . out . nov . dez






Bonito, importante... e tédio


Por mais que a crítica especializada incense "Era uma vez em Nova York", de James Gray, o que vi foi um filme importante e bonito, mas que me cansou. Achei o ritmo entediante; a sucessão de malsucedidos que transformam a vida da protagonista um inferno não tem fim e não sustenta a empatia com a dor dela.

Por mais que Marion Cotillard (foto) seja um espetáculo e justifique, sozinha, todo o filme. Linda e uma atriz espetacular.

Bonito pela ambientação nos Estados Unidos dos anos 1920, com uma Nova York glamourosa mesmo na quebradeira. Pela moda atraente que envolvia aquelas mulheres. Triste e importante por retratar a exploração sexual de uma mulher feita escrava de um homem e de um sistema perversos. Denúncia, sofrimento, interpretações... e um filme chato. Cansei.

Beijos!

Clara Arreguy, sexta-feira, setembro 26, 2014.

______________________________________________________